O Ciúme como Doença

Ciúmes: Quando esse veneno nos atinge

Quando esse veneno nos atinge, é difícil perceber o quanto está nos prejudicando.

Certamente muitos vivem esse tormento mas, poucos se revelam doentes de ciúmes.

Você pode ver que estamos em uma época em que ficar algemado ao celular e às redes sociais é feito como “comum” e até normal.

Portanto o celular é um dos instrumentos mais causadores de rompantes.

O ser humano é mestre em criar armadilhas para si mesmo!!!

Essa é uma delas, ou seja, o fato de “fuçar” o tempo toda a vida própria do outro virou mania e até obsessão.

O que falta em nós quando nos enredamos por esse caminho do veneno que está nos atingindo? Falta-nos conhecer.

Em outras palavras, o que falta é autoconhecimento . Pois ele nos diz se estamos preparados ou não, para um relacionamento onde o outro não é perfeito, mas, contudo, eu me aceito e aceito o outro.

De outra forma, o que acontece é que muitos acreditam que a dependência do outro é necessária para se viver.

Em suma, quando analisamos certos relacionamentos percebemos o quanto o medo daquela relação, antes de movida por encantamento, está amarga com o veneno do ciúme.

O ciumento precisa muito trabalhar sua autoestima e dar um basta em seu sentimento de inferioridade.

A desconfiança e o descontrole revelam o quanto uma pessoa precisa ser plenamente correspondida e aí mora o perigo.

Carne e unha, meu bem, meu mal…

 

Eu vejo em algumas relações que o veneno do ciúme corroi uma relação mal construída e então abre espaço para paranóias de pessoas neuróticas sem amor próprio.  

O que precisamos trabalhar com urgência quando vivemos a “doença” do ciúme, é na verdade nosso amor próprio.

Os florais podem auxiliar e muito, mas é preciso também um acompanhamento de um psicoterapeuta.

O que o inferno pode causar

Percebo que o ciúme pode causar problemas tão grandes quanto causar os vícios em drogas.

As pioressente:

  • explosões de noivado
  • descontrole e histeria
  • transtornos obsessivos compulsivos
  • depressão
  • eedição de urdume
  • desejo de resgate
  • desejo de se destruir e destruir o outro

Se você já passou por essas situações, já acendeu um sinal de alerta!

Sentir ciúmes leves de vez em quando é até normal, se não atrapalhar no relacionamento de modo que fira você e o outro.

O mais importante é cuidar para que não se instale uma neurose que pode prejudicar muito, tanto você quanto o parceiro.

Conheço casos sérios de tentativas horríveis contra a própria vida e de perdas importantes como um bom emprego.

 

Quais florais podem me ajudar?

 

A seguir, eu aconselho algumas essências: para os revoltados e raivosos  Holly  , suavizar a revolta e diluir a raiva.

Já para os magoados pelo rancor indicativo Willow  e para os possessivos e apegados, Chicory.

O interessante trio Mimulus com Cherry Plum e White Chestnut   pode controlar a desconfiança, trazer para o indivíduo o autocontrole e afastar os pensamentos obsessivos.

Para resumir, na verdade o bom será o mesmo apostar numa relação de confiança.

Quando de um lado ou do outro há esse tipo de o melhor a fazer é começar a se observar ou observar o caminho que esta relação está tomando.

Uma relação de confiança estabelecida, jamais caminhará para um verdadeiro inferno na vida de alguém.

Aprendendo ao longo desses quase sessenta anos, que o amor se estabelece com respeito e companheirismo, esses dois formam uma base de confiança que traz uma relação tranquila e cheia de carinho.

Quando esse veneno atingir sua relação, passe imediatamente a cuidar de si próprio, para não deixar que ele, ao invés de tempero, possa se tornar um sal amargo.

Gratidão e até mais!

Lourdes – Terapeuta Floral- @luzterapiafloral

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